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dc.creatorPeretti, Clélia
dc.creatordos Santos Mendes, Everaldo
dc.creatorCardoso Ribeiro, Edilmar
dc.date.accessioned2025-01-16T19:46:32Z
dc.date.accessioned2026-07-10T14:53:46Z
dc.date.available2025-01-16T19:46:32Z
dc.date.available2026-07-10T14:53:46Z
dc.date.created2025-01-16T19:46:32Z
dc.date.issued2022
dc.identifier10.15359/siwo.15-1.2
dc.identifier2215-227X
dc.identifierhttps://doi.org/10.15359/siwo.15-1.2
dc.identifierhttps://repositorio.uc.cl/handle/11534/89683
dc.identifier.urihttps://dspace-oducal.infotegra.com/handle/oducal/6002
dc.description.abstractNeste artigo, refletimos sobre a vida-morte como ritual cotidiano frente à COVID-19. Na metodologia, delineamos uma pesquisa qualitativa, historiobiográfica, que reuniu os escritos de Edith Stein, Dulce Critelli e a narrativa de Osmair Cândido. Interessou-nos o modo como a filosofia alemã ajuda Cândido no enfretamento dos horrores da pandemia, como tirar o caixão de um filho das mãos da mãe ou enterrar doze pessoas no mesmo dia, sem ritos fúnebres. Perpendicular à parede que lhe surge, desvela-se outra, amparando os cadáveres por ele empilhados. Cândido confessa sentar-se à margem de tudo, à beira do mundo, onde até Deus termina.
dc.languagees
dc.rightsacceso restringido
dc.rightsrestricted access
dc.subjectMorte
dc.subjectVida
dc.subjectRitos fúnebres
dc.subjectSer finito e ser eterno
dc.titleA vida-morte como ritual cotidiano: reflexões teológicas e sociorreligiosas em tempos de Pandemia
dc.typeartículo


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